Nunca mais ter que se preocupar com dinheiro é o sonho de qualquer pessoa. Ser financeiramente livre parece impossível, mas não é. Tudo é uma questão de pensar nos seus hábitos e refletir se eles estão permitindo que você progrida financeiramente ou se, ao contrário, estão fazendo com que você se prejudique cada vez mais nesse aspecto.

Pensando nisso, separamos 8 atitudes que estão comprometendo o seu orçamento e o afastando da riqueza e da liberdade financeira que você tanto deseja. Para saber mais sobre o tema, é só dar continuidade à leitura a seguir!

1. Não ter noção sobre a sua situação financeira

Muita gente vai vivendo ao longo do mês sem saber sobre sua situação financeira. Se der pra comprar, compra; se não der, não compra. São pessoas que não sabem o total dos seus rendimentos e não têm noção de quanto podem gastar e quanto de fato têm gastado.

É obrigação de todo mundo colocar na planilha os gastos e os rendimentos mensais para que a conta feche. Não pense que é preciso ser rico para administrar o seu dinheiro. O processo é o inverso: é preciso administrar o seu dinheiro para ser rico. Portanto, consulte modelos de planilhas financeiras domésticas — há vários na internet. Esse hábito mensal vai mudar a sua vida financeira!

2. Não refletir sobre o que você realmente precisa comprar

Quem não administra o dinheiro não consegue dar a ele o devido valor. A consequência natural disso é um consumo desenfreado e supérfluo, que frequentemente resulta em endividamento.

Você quer fazer um curso, comprar um móvel, reformar a casa, mas não pode ver um novo modelo de celular e já quer trocar? Hora de rever as suas prioridades! Isso não quer dizer que você deve abrir mão de qualquer momento de lazer ou diversão. Contudo, deve priorizar o que for mais importante.

3. Ter “fé excessiva” no futuro

PSC Renascimento

Este tópico parece estranho, mas você já vai entender. A urgência de ter algo faz com que muitas pessoas façam as compras contando com um dinheiro que ainda não possuem. Por isso, pagam em parcelas a se perder de vista, esquecendo-se de que emergências podem acontecer nesse período e de que o cartão de crédito sempre vem acompanhado de robustas taxas de juros. No fim das contas, você paga por muito mais tempo e muito mais caro.

Por isso, procure juntar dinheiro e pagar à vista. Alguns vendedores costumam dar descontos às compras desse tipo. Assim, você não se endivida, nem perde o controle da sua situação financeira.

4. Não priorizar o pagamento das dívidas

Se você já está endividado, precisa resolver esse problema o quanto antes, de modo que os juros não transformem a sua dívida em uma bola de neve impagável. Se este for o seu caso, antes de qualquer outro objetivo, priorize o pagamento da dívida.

Negocie com o credor e, se tiver mais de uma dívida, procure ajuda especializada para construir um plano de pagamento para cada uma delas. Além disso, corte despesas, procure novas fontes de renda e negocie. Só não deixe a dívida de lado, pois, em poucos meses, a situação pode fugir do seu controle.

5. Desenvolver crenças limitantes em relação ao dinheiro

“Eu não nasci para ser rico”. “Gente rica tem sorte”. “Gente rica já nasceu rica”. “É preciso trabalhar em excesso ou recorrer a atividades ilícitas para enriquecer neste país”. Você já ouviu alguma dessas frases? Elas são bem comuns e expressam crenças limitantes das pessoas em relação ao dinheiro, como se elas não pudessem fazer nada para mudar a sua realidade.

Por mais que haja pessoas que enriquecem ilicitamente, isso não quer dizer que você não seja capaz de alcançar esse objetivo por meios honestos. Se você pesquisar, certamente encontrará histórias de pessoas que nasceram em condições financeiras difíceis, mas que, com muito trabalho e dedicação, alcançaram um estado mais confortável.

6. Desconhecer o seu propósito de vida

Ainda analisando a vida dessas pessoas que conseguiram enriquecer licitamente ao longo da vida, você certamente perceberá algo que todas elas têm em comum: elas encontraram o seu propósito de vida.

Pessoas ricas e felizes não conseguem chegar a essa posição fazendo algo de que não gostam ou em que não acreditam. Por isso, se você é apaixonado pelas artes, por exemplo, talvez a engenharia civil não seja o caminho para você enriquecer. O seu propósito de vida é a união de três aspectos: o que você gosta/acredita, o que você faz bem e o que é útil à sociedade. Conheça a si mesmo e encontre a sua missão!

7. Não estudar sobre educação financeira

A educação financeira é um assunto muito abordado em outros países, inclusive desde a infância. No Brasil, porém, essa área do conhecimento ainda engatinha. Contudo, saiba que há diversos cursos sobre o tema, inclusive gratuitos ou bem baratos, pela internet.

A educação financeira ensina as pessoas a administrar o seu dinheiro, a comparar ganhos e gastos, a negociar melhor, a pagar as dívidas, a evitar a contração de novos endividamentos, a pesquisar preços, a construir uma reserva de emergência, a administrar as emoções na hora de comprar, a pensar em longo prazo, a diversificar as suas fontes de renda e a investir de formas inteligentes, de acordo com os seus objetivos. Pesquise e estude sempre!

8. Achar que “investir é coisa de gente rica”

Por fim, já que tocamos no assunto dos investimentos, é importante compreender que você não precisa ser rico para começar a investir. No Brasil, existem opções de investimentos mais rentáveis do que a poupança e que não demandam uma verba muito alta. Com 30 reais, por exemplo, você já consegue investir no Tesouro Direto. Dessa forma, pesquise sobre as opções de investimento existentes e verifique de que maneira elas podem auxiliá-lo no alcance das suas metas financeiras.

As 8 atitudes acima são extremamente negativas para quem deseja ser rico e conquistar mais qualidade de vida. Se você tem cometido alguma delas, reveja as suas crenças e os seus comportamentos. É possível enriquecer de forma lícita, desde que você estude e persevere nos seus objetivos!

E você, ser de luz, tem conseguido enriquecer? Quais dos hábitos acima o tem prejudicado nesse aspecto? Contribua deixando o seu comentário no espaço a seguir. Além do mais, que tal levar estas informações a todos os seus amigos, colegas de trabalho, familiares e a quem mais possa se beneficiar delas? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais!