Mulher sorrindo, fazendo sinal positivo mostrando seu coeficiente emocional

Vgstudio/Shutterstock Para Daniel Goleman, o sucesso é 20% de QI e 80% de QE

Quando falamos em coeficiente emocional, logo ficamos pensando em qual é o nosso próprio nível de inteligência emocional, se conseguimos controlar bem nossas emoções ou se somos escravos delas. Normal, afinal, é sempre bom saber em qual escala nós estamos e de que forma podemos evoluir e melhorar.

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Coeficiente Emocional e o Teste de Marshmallow

Neste sentido, um dos estudos mais conhecidos sobre este tema vem dos Estados Unidos, e é chamado de Teste de Marshmallow. Esta avaliação foi criada pelo psicólogo, Walter Mischel, em 1960, e consistia em analisar como um grupo de crianças reagia quando colocado frente a frente com um delicioso marshmallow.

Neste teste, era dito para os pequenos que se esperassem por quatro minutos, elas ganhariam um doce a mais.  Algumas esperaram passar o período para comer seus dois doces, enquanto que parte do grupo o comeu antes mesmo de terminar o tempo estimulado. Mas a avaliação não acabou por ai!

Acompanhadas até a vida adulta, foi constatado que as crianças que tiveram inteligência emocional para esperar, além de terem melhores relacionamentos interpessoais, de serem mais equilibradas e leais, se tornaram também pessoas de sucesso. Por outro lado, aquelas que agiram de maneira impulsiva demonstraram desde sempre certo desequilíbrio, dificuldades para se relacionar e não conseguiram obter o mesmo êxito.

Por mais simples que possa parecer este teste revelou o quoeficiente emocional de cada criança, sendo que as que esperaram foram consideradas como tendo o controle de suas emoções mais bem desenvolvido, enquanto que aquelas que comeram a guloseima foram traídas por sua impulsividade. E você, pensando na criança que você foi em sua infância, o que faria: comeria ou esperaria pelos quatro minutinhos para ganhar um doce a mais? Reflita!

Como Medir o seu Quoeficiente Emocional

O estudo da Inteligência Emocional ganhou ainda mais força quando o também psicólogo americano, Daniel Goleman, lançou um livro com o título homônimo e que desmistificava completamente o até, então defendido QI (Quoeficiente de Inteligência) e colocava o quoeficiente emocional (QE) como sendo a principal responsável pelo sucesso de uma pessoa.  Para ele, para ser bem-sucedido em qualquer segmento a fórmula é: 20% de QI e 80% de QE, portanto, esta habilidade é realmente muito importante.

Para medir seu coeficiente existem diversos testes disponíveis na internet. Entretanto, nada existe nada melhor do que autoconhecimento, elemento chave para conhecer bem suas emoções e saber como elas impactam sua vida. Para isso, é importante fazer uma autoavaliação e procurar visualizar situações pessoais e profissionais onde, em meio a crises, pressões e problemas interpessoais; você ou conseguiu se manter calmo e são, ou então perdeu de vez seu norte, agindo de forma impensada e inconsequente.

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Estas situações podem ter ocorrido no trânsito, nas redes sociais, com seus filhos, parceiro ou parceira, com seus colegas de trabalho ou mesmo familiares. Todas as situações que vivemos são testes pelos quais passamos. Quando somos pessoas equilibradas e com autocontrole conseguimos encontrar saídas mais inteligentes para elas, ao invés de reagir intempestivamente.

Por outro lado, quando temos um temperamento forte e daqueles que não levam desaforo para casa, a menor dificuldade nós acabamos perdendo as estribeiras e demonstrando nossa falta de controle emocional, o que é bastante negativo, seja na carreira ou na vida pessoal e social. Cuidado, isso pode prejudicar muito você a acabar levando a ter comportamentos nocivos também.